domingo, 8 de janeiro de 2017

Entrevista com Cleide de Carvalho, ex-prefeita de Várzea/RN

Nessa serie de entrevista que será realizada em decorrer do ano 2017, o Blog Ovarzeano realiza sua primeira entrevista com a ex-prefeita de Várzea/RN.

Em entrevista concedida ao Blog O Varzeano, Cleide Carvalho expõe sua experiência como gestora e fala sobre variados temas: campanha eleitoral, gestão e o amor a sua cidade. Como esperado, na entrevista foi perguntado como está a real situação da cidade, e o seu ponto de vista sobre o Decreto de Emergência em caráter Financeira e Administrativa, realizado na atual gestão. 

A seguir, leia a entrevista: 

O blog – Como foi a experiência em ter sido prefeita de Várzea/RN? 

Cleide Carvalho –Foi uma experiência bastante positiva emocionalmente para mim, tendo em vista ter mais da metade da minha vida e da minha juventude dedicada à nossa Várzea e aos Varzeanos. E como sempre sonhei em "fazer mais", essa oportunidade chegou, apesar do pouco tempo que tive para realizar o que pretendia. 

O blog – A sua gestão, que foi curta, passou por alguma dificuldade seja ela financeira ou de gestão? 

Cleide Carvalho – Sim. Passei por todas as espécies de dificuldades que se possa imaginar: Começando pelos repasses do FPM. Os 5 primeiros meses, o repasse do dia 10, sempre foi zero. Dia 20, o que vinha, não era o suficiente para a transferência completa da Câmara e no dia 30, era para pagar Funcionários efetivos, Cargos Comissionados e completar os recursos do FUNDEB, para pagar a Educação. Ai, onde se fazia as escolhas. Também tive uma equipe financeira competente que ajudou. Porque para mim, era essencial não atrasar o pagamento dos funcionários, tendo em vista a importância do recebimento dos proventos, para as famílias manterem seus compromissos e dignidade. E ainda alcancei todas as datas comemorativas do município: Festa do padroeiro, Semana do folclore, Semana Cívica e a Festa da Emancipação. Pense num sufoco! Mas, mesmo assim, realizamos todas, em grande estilo, dentro das possibilidades. Deus é pai! 

O blog – Gostaríamos que nos esclarecesse a real situação financeira da cidade? 

Cleide Carvalho – Deixei uma prefeitura enxuta: Décimo terceiro e salário do mês em dia, alugueis, água, luz, dos prédios públicos zerado, todos os fornecedores pagos e mais de 600 mil reais em Caixa, para o novo gestor dar continuidade à administração, sem dificuldades. Acredito que poucas ou nenhuma prefeitura do Brasil, teve esse cuidado. Para isso, tivemos que ter muita habilidade e zelo, para administrarmos os obstáculos causados com a situação econômico-financeira que vive o nosso pais. 


O blog – O prefeito atual, em decreto publicado recentemente, alegou situação de emergência e culpou sua equipe de transição que, segundo ele, não passou as informações necessárias. A Sr. ª tem conhecimento sobre essa suposta falta de informações referentes à transição? 

Cleide Carvalho – A transição foi feita de forma tranquila e amigável: A equipe da nova gestão agendou 5 reuniões durante todo o mês de dezembro e se deslocou até a prefeitura, onde eram recebidos pela nossa comissão de transição. Lá, ocorriam os questionamentos e era deixado ofício com as solicitações repassadas para cada setor. E foram prestadas todas informações solicitadas. Agora o problema é da nova Gestão. 

O blog – Falando um pouco do decreto que declara emergência administrativo-financeira, gostaria que a Sr. ª expusesse sua opinião sobre um ponto polêmico e mais crítico desse documento: a possibilidade de comprar sem licitação. Como a Sr. ª vê esse fato e se, na sua opinião, há interesses por trás desse argumento. 

Cleide Carvalho –Cada Prefeito tem sua forma de conduzir a Administração do munícipio. Eu sempre procurei respeitar e me fundamentar na lei de Responsabilidade Fiscal, que rege todas as ações dos Serviços Públicos. No meu ponto de vista, não encontro justificativa para decisão tão drástica, diante da realidade que ficou a prefeitura: Equilibrada e sem dívidas. Cada gestor tem sua maneira de administrar. 

O blog – Outro ponto polêmico do decreto foi algo muito comentado no pleito eleitoral: contratação de pessoal. Durante a campanha eleitoral, a então oposição, falava muito em contratar pessoas qualificadas e preparadas para trabalhar na prefeitura. Porém, com o decreto, em seu artigo Art. 5º, fica permitida a contratação de mão de obra qualificada ou não. Qual sua opinião sobre essa contradição e sobre a possibilidade de contratar pessoas não qualificadas para determinadas funções? 

Cleide Carvalho – Na política, muito se promete, com o intuito de angariar votos. Nunca compartilhei desse comportamento, preferindo falar coisas verdadeiras e executáveis. Talvez até seja um dos motivos do meu insucesso na área. Mas vou preferir continuar erguendo a bandeira da Verdade. 

O blog – Após esta derrota nas urnas, a senhora se retira da Cena Política, ou podemos esperar sua participação (direta ou indiretamente) no próximo pleito eleitoral. 

Cleide Carvalho – Acho cedo para oficializar uma resposta definitiva. Mas tem três regras que costumo seguir: Nunca prometo nada quando estou muito feliz, não respondo nada quando estou irritada e nem decido nada quando estou triste. 

O blog – Qual seu sentimento após as derrotas nas urnas? 

Cleide Carvalho – De que nada é eterno e os planos de Deus sempre prevalecem. A política é um jogo e eu tenho uma certeza tão grande das minhas boas intenções por várzea, que imaginava que as pessoas visualizavam isso. Não transferi eleitores de outros lugares, porque acredito que o verdadeiro eleitor é o que mora no município, conhece sua real necessidade e sabe fazer a melhor escolha, porque é quem vivencia o dia a dia da sua cidade. Na verdade, eles foram campeões de transferências. Sabemos que tem um vereador que sozinho transferiu mais de 200 votos, e foi o grande responsável pelo êxito da Campanha. E deve ter seu espaço maior que os outros como reconhecimento. Mais sabemos que o sentimento dos Várzeanos era ver Cleide Prefeita. 

O blog – Após vários anos de vida pública, 2 mandatos como vice-prefeita, 7 meses como prefeita qual seu sentimento em relação a nossa cidade e ao seu povo? Pois em letreiro inaugurado no fim de sua gestão ficou explícito seu amor e carinho por Várzea. 

Cleide Carvalho – Foi pouco tempo, para muitos sonhos. Mas, para mim, o valor desse acontecimento, não ficou no tempo que durou, mas na forma intensa que vivenciei este tempo. Cuidei com respeito e atenção, de cada pessoa, cada data comemorativa, cada cantinho da nossa terra. Porque para mim, Várzea não é apenas um espaço físico, mas todo um conjunto de sentimentos, modo de ser, posturas que definem a alma: Nossa Alma Varzeana... Tínhamos muitos planos, mas, os verdadeiros não são os nossos e sim os de Deus. Porém, tenho certeza que consegui expressar todo bem que desejo para nossa terra e nossa gente. Para que isso seja registrado na memória e no coração de cada um, escrevi com letras garrafais em ferro e concreto, na entrada da nossa cidade: QUE EU AMO VÁRZEA! Espero que este patrimônio público e de grande beleza, seja zelado pelos Varzeanos. Muito me preocupo quando vejo pessoas que sobem nas letras para tirar fotos com intuito único e exclusivo de depredar o patrimônio público. Aqui, quero agradecer os 2059 votos de confiança que eu tive. Sei que todos também amam Várzea! E para encerrar, relembro a grande escritora, Clarice Lispector, com um texto que muito me identifico: " O caminho que escolhi é o do amor. Não importa as dores, as angustias, nem as decepções. Escolhi ser verdadeira. Falo e vivo com o coração. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe à minha maneira de sorrir, de desejar o bem. É só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver". Um grande abraço para todos que amam várzea!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

[Opinião] Situação de Emergência Financeira em Várzea

Realizar um decreto dessa alcunha sem haver uma real e palpável fundamentação, é sumariamente grave.

Em momentos de crise financeira enfrentada pelos entes federativos, manter a folha de pagamento dos funcionários em dia é um ato até patriótico. Para municípios que vivem basicamente do FPM (Fundo de Participação dos Município) a baixa gradual nos repasses que os sustentam é uma tortura sem fim. Essa grave e constante crise financeira que tem abatido o Brasil, e consequentemente os pequenos municípios que se sustentam do FPM, a realidade não está fácil, isso e um fato incontestável.

Ao decretar algo tão sério e cheio de detalhes e nuances, a Prefeitura Municipal de Várzea não soube, digo, não souber detalhar o motivo peremptório e fundamental para esse decreto. Pouco foi dito naquela pequena lauda que continha apenas detalhes sobre uma transição malfeita.

Veja o decreto aqui - http://www.diariomunicipal.com.br/femurn/materia/33EDA622 

Podemos tomar como exemplo o caso do Estado do RJ, que se utilizou dessa mesma ferramenta jurídica para enfrentar uma grave crise financeira, sendo que lá a crise financeira se dá de forma mais grave ao ponto de ser decretado Estado de Calamidade Pública, um pouco mais grave que emergência.

No meu ponto de vista, o que levaria a decretação desse ato, seria um descompasso com aquilo que é recebido e o que gasto, descompasso financeiro, colocando isso de forma simples. O que demonstraria essa situação, seria no mínimo, o atraso de pagamento na folha dos funcionários e fornecedores por falta de recursos financeiros.
Retirar o dever de licitar é o mesmo que marcar um pênalti e o atacante ter o direito de bater sem haver goleiro algum.
Não pode-se decretar a de forma vil, quanto a legitimação de realizar gastos sem licitar, previsto na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) no Art. 24 - IV, apenas por descompasso como a gestão anterior.

Quero ressaltar, algo extremamente perigoso nesse decreto, que ao meu ver deveria passar pelo crivo da câmara municipal como está previsto na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) para validar alguns de seus pontos que são explicitados nessa legislação. Ao fazer esse decreto, o executivo se exime de realizar licitações, algo gravíssimo, e extremamente perigoso.

Retirar o dever de licitar é o mesmo que marcar um pênalti e o atacante ter o direito de bater sem haver goleiro algum. Isso pode causar danos gravíssimos a coisa público.

* Após diversas tentativas de contato, por meio de telefone e internet, não houve retorno por parte do executivo para o esclarecimento sobre o decreto.

Entenda mais:

LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal)  > http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp101.htm

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Em reunião extraordinária, vereadores voltam atrás e aprovam aumento salarial (Áudio)


Já tinha sido jogado aos quatros cantos que haveria uma reunião para tratar do aumento salarial dos vereadores, o que não imaginaríamos era a baixa participação da população e o desenrolar do fato que veremos com contundência, no áudio logo abaixo.
A princípio, fica evidente que os vereadores votaram o PL (Projeto de Lei) que aumentaria o subsídio dos vereadores sem uma discussão mais aprofundada, simplesmente a maioria se deparou com ele (o PL) na sessão e logo se propuseram a não votar, porém no fim da sessão e após uma reunião longe dos microfones vários mudaram de opinião e aprovaram. 

Na discussão em plenário os vereadores disseram palavras contundentes sobre o que acham dos valores, veja: "aprovo senhora presidente, três vezes, quatro vezes", nesta fala em uma segunda votação o vereador aprovava o salário dos vereadores da próxima legislatura; ... se fosse mais eu aprovava " outro vereador falava quanto a manutenção dos valores do prefeito, vice e secretários; "o eleitor acha que é muito dinheiro (3 mil), não é",  se referindo ao salário de vereador para próxima legislatura. A avidez em aumentar o subsídio e a apatia de alguns vereadores que lá estavam é contundente, os vereadores em sua maioria passarão pelo crivo das urnas e acreditam que serão reeleitos, sendo condizente aumentar aquilo que será seu salário em um futuro próximo, independente da atual crise financeira.

Vale salienta que atualmente os vereadores se reúnem duas (2) vezes ao mês, salvo reunião extraordinária, e as reuniões em média duram duas (2) horas.

Os salários foram definidos para a legislatura seguinte, veja a baixo o áudio dessa tumultuada sessão deliberativa.

Primeiro momento da votação aos 1 min e 33 seg, os vereadores não aprovam o aumento.
Segundo momento da votação aos 34 min e 17 seg, os vereadores aprovam o aumento.


terça-feira, 5 de abril de 2016

O Fla x Flu da política em Várzea



A política local e as velhas praticas, das grandes e influentes famílias.

Imagem: https://goo.gl/efcGdq
Não é de hoje que vivemos um ciclo de encontros e desencontros por causa da política local. Esses encontros acontecem devido a uniões políticas, e consequentemente acarreta os desencontros. Devido a esse ciclo de uniões e desuniões, as conformidades políticas mudam, as vezes de forma rígida, aqueles que antes faziam oposição ferrenha, passam a aplaudir de pé seu novo parceiro.

E sabido de todos, isso tudo citado no parágrafo anterior, e também é sabido que esse ciclo, por mais que se altere, de vez em quando, permanece com os mesmos participantes. Como se fosse uma partida eterna do Flamengo e Fluminense, com toda aquela paixão.

Esse paixão que cega, que gera tensões e promove a discórdia, é recorrente. Aqui em Várzea, ela se chama Bacurau versus Corujão. Paixão essa que ocorre a décadas, desde a polarização de dois partidos, PMDB E PFL(DEMOCRATAS), apesar da mudança na conjuntura dos partidos protagonista aqui em Várzea, as figuras participantes ainda permanece as mesmas, por isso, sempre hão de perguntar em qual lado o eleitor está, do Bacurau ou do Corujão.

Dito tudo isso, o que podemos lembrar e relembrar é: aquela realidade onde apenas dois partidos e dois ideias disputava o executivo não existe mais. O que existe é apenas os mesmo participantes, que ora estão no poder e em outro momento não. E esse jogo de troca de poder tem gerado tensão, tensão essa que apenas divide e subtrai, em nada gerando de positivo.

Acabou-se o tempo de ingenuidade, agora é hora de enfrentar os temores que assolavam a nossa Sociedade Varzeana, e assim pensar em um outro rumo. Um rumo de verdades, um rumo de compromisso, deixando pra trás as práticas nada saudável a democracia e a participação.
Por isso, temos que escolher bem, e no meu ponto de vista, aqueles que compõem a velha política, que estão anos com as velhas práticas de compra de votos, ou com dinheiro, ou com favores, eles já não servem para essa nova realidade.

Então, basta de Bacurau e de Corujão. Somos todos Varzeanos e amamos nossa cidade.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

É tempo de festa. É tempo de Carnaval!



Imagem: http://goo.gl/JuZfJ7

Momento do ano bom esse que nos encontramos. Esquecemos as dividas as confusões familiares e as más notícias que nos bombardeiam quase que diariamente. Passamos este período do ano apenas pensando em descansar, nos bronzear ou curtir as festas citadinas ou praianas.

Chega de Lava-Jato, de pedaladas, assaltos, contas do início de ano (IPTU, IPVA e tantos I’s) chega de tanta notícia negativa, vamos a farra, a festa. Quanto aos governantes, nada de economizar para pagar as pedaladas, as dívidas com os funcionários ou fornecedores. Vamos as farras, vamos aos festejos de emancipação, aos festejos típico do período de carnaval.

Depois, há depois... vamos com os pires nas mãos, pedir verbas ao deputados, aos senadores, ministros e presidente. Porque aí sim falta verba, falta tudo. Agora, há agora... é hora da farra, da festa da política do Pão e Circo.

Enfim... é tempo de crise, então varias cidades promovem festejos:

Rodrigo Leal, Bem Bolado e Forró do Guerra fazem show na festa de emancipação de Várzea, RN: http://www.vntonline.com.br/2015/12/rodrigo-leal-e-bem-bolado-fazem-show-na.html

Rita de Cássia faz show na Festa da Padroeira de Santo Antônio, RN: http://www.vntonline.com.br/2015/12/rita-de-cassia-faz-show-na-festa-da.html

Guga Playboy e Neto Farra entre as atrações da Festa dos 52 anos de Passagem, RN: http://www.vntonline.com.br/2015/12/guga-playboy-e-neto-farra-entre-as.html

 Orquestra Amistad é atração na festa dos 54 anos de Espírito Santo http://www.vntonline.com.br/2016/01/orquestra-amistad-e-atracao-na-festa.html

Jundiá, RN comemora seus 15 anos de emancipação política com shows em praça pública: http://www.vntonline.com.br/2016/01/jundia-rn-comemora-seus-15-anos-de.html

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Entre a cruz e a espada

Em tempo de crise, ostentar com festejos é burrice de político descomprometido com uma boa gestão. 

 É sabido de todos que uma crise crescente está impactado os governos: federal, estaduais e municipais. Um gigante impacto financeiro nas contas públicas de ambas esferas, que geram cortes nas políticas públicas em curso.

E com essa nova variável em jogo (crise) os municípios os que ficam com a parcela menor da fatia da arrecadação, sofrem com a diminuição dos repasses, sendo eles os responsáveis pela execução da grande parte dos serviços públicos.

O dilema a gora é: realizar festejos comemorativos, como Natal e festas de emancipação política ou manter em dia as tarefas de casa, como pagamento da folha e de fornecedores.

Eu ficaria com a segunda opção. Crendo eu que é mais primordial o pagamento da folha e dos fornecedores e com isso manteria o município com a saúde financeira equilibrada. Até por que a crise ainda está longe de terminar.

http://www.vntonline.com.br/search/label/ovarzeano?max-results=7

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Quem é de Várzea sabe: Várzea cuida dos seus

Rua em Várzea sofre descaso dos órgãos competentes.


Não é de hoje que sabemos quanto uma boa coleta de lixo pode evitar inúmeras doenças, e uma boa iluminação pública traz segurança e conforto ao cidadão. E não é de hoje que tudo isso se tornou de fácil acesso, em geral, ao usuário do sistema público de serviço.
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Em Várzea, uma rua situada próximo ao falecido parque municipal de vaquejada (conhecida como sete de setembro, assim como outras ruelas que ainda não possuem nome), os moradores sofrem contudo isso. Falta a mais de mês a coleta regular de lixo, segundo moradores do local e fotos evidenciadas aqui. E não apenas isso, falta uma correta iluminação no local, sendo que nos financiamos ambos os serviços.
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Segundo morados da rua, foram informar na garagem local aos competentes, sobre o acumulo do lixo, e nenhuma providência foi tomada. Levando alguns moradores, para se livrar do mau cheiro e dos possíveis insetos que o lixo atrai, queimam o lixo ou jogam em terrenos longe de sua casa.
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A pergunta fica no ar. Quem financia o sistema, merece tudo isso? E outra, onde estão os órgãos competentes? A principal seria os vereadores, onde eles estão? Que não cuidam de sua cidade.
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Está mais do que na hora de haver um canal de comunicação, entre o povo comum (quando falo comum, falo daqueles que não andam pelos meandros do sistema) e os seus governantes.
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Digo mais, Várzea se cala diante daqueles que governam o sistema. E o governa mal, cheio de vício e de maus costumes. Está mais do que na hora de dizer. Quero uma Várzea melhor.
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